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sábado, 7 de maio de 2016

segunda fase

Continuando o projeto de beneficiamento da lã de ovelha, 
etapa  dois
Nesta fase vamos usar a lã de ovelha antes de secar.
Quem quiser dar uma olhada na fase anterior clica

lã de ovelha tosquiada sendo separada
lã de ovelha tosquiada

fazendo  a triagem da lã, 

lã de ovelha sendo lavada
lavação da lã de ovelha
lavando,

lã de ovelha secando ao sol
lã de ovelha secando
 colocando para secar, 

lã de ovelha secando

verificando a quantidade de água na mecha,

lã de ovelha sendo aberta com as mãos
lã de ovelha

começando a  abrir com a mão, 

lã de ovelha sendo distribuida para a feltragem
lã de ovelha

iniciando o processo da feltragem,

feltrando lã de ovelha
lã de ovelha
distribuindo a lã, 

verificando eventuais falhas na distribuição da lã de ovelha
lã de ovelha

procurando eventuais falhas na distribuição da lã, 

lã de ovelha

na distribuição da lã, 

feltrando a lã de ovelha
lã de ovelha
 molhando e assentando a lã,

lã de ovelha
verificando o processo de agrupamento das fibras da lã, 

lã de ovelha sendo feltrada
lã de ovelha
 quase pronto,

lã de ovelha feltrada
 término da feltragem.

tapete lã de ovelha feltrado
tapete lã de ovelha feltrado

Depois de seco as mechas ficaram mais soltas,
 mas nada que comprometa o trabalho.
 Agora é colocar no uso
 para ver como estas mechas se comportam.

tapete lã de ovelha feltrado com gatos em cima
tapete lã de ovelha feltrado
 Hora da foto!

tapete lã de ovelha feltrado
 Hora do banho!

tapete lã de ovelha feltrado
 Como conclusão:
.é necessário abrir mais as mechas
.  pode ser aumentado o tempo da feltragem
. não emite cheiro na hora de feltrar....maravilha!!!
. esperar a performance ao ser usado.
É isto aí!
Espero que tenham curtido esta  segunda fase.
Eu curti!!!
Me preparando para a terceira fase!

Até à próxima postagem!!!







sábado, 19 de março de 2016

Experimento lã de ovelha: etapa um

Iniciamos um experimento acalentado há muito tempo:
feltrar exclusivamente com lãs de ovelhas 
tosquiadas no município onde moramos.
Para a realização do projeto separamos ele em três etapas.
Nesta postagem vamos mostrar  a etapa um, ou seja,
usar a lã de ovelha após a tosquia.


Abrimos o saco e espalhamos o velo na mesa.
Apenas separamos de lado a lã das pernas.
Usamos luvas, com certeza.
O tufo de lã era aberto na hora e já distribuido no seu espaço.



Após distribuir toda a lã,
 é hora de averiguar se tem buracos.
Se faz a averiguação apalpando com a mão, 
calmamente, em cima da lã distribuida 
e apertando levemente.


Feita a verificação hora de molhar a lã.
Na foto acima da para perceber a diferença 
quando a lã esta seca e quando já esta molhada.



Nesta foto dá para perceber que 
o tapete está começando a feltrar.


Até aqui chegamos na feltragem...
Não fomos até o último minuto do segundo tempo...
Mas fomos até onde podiamos aguentar o cheiro...


Claro que os mongóis feltram nas estepes 
e o vento se encarrega de desodorizar o ambiente.
Aqui, fizemos o trabalho no atelier e na garagem...
Insuportável permanecer nestes espaços...
O fedor fazia parte do ambiente...
ambiente este que estava com portas e janelas abertas...
Faltou o vento das estepes...


Durante a feltragem não nascia a vontade 
de ir arrumando os lados do tapete.
A nata marrom de sujeira e o fedor não encorajavam a nada...
Mesmo de luva.


Portanto, decidimos por um fim na feltragem 
Cortei os quatro lados do tapete quando já estava lavado e seco.


Nos cortes da para perceber: 
 as camadas feitas pelas diferentes cores da lã, 
a suarda que ainda existia em alguns tufos, 
a sujeira que não saiu toda.
Seriam necessários o mesmo tanto de horas trabalhadas para conseguir retirar o restante  da suarda e da sujeira.


No final costurei um acabamento nas bordas,
com fio de lã industrial.
Até agora não sentimos nenhum cheiro indigesto no tapete.
 Está normal.
Considero que não foi perda de tempo fazer a etapa um.
Existe uma máquina de feltrar 
que usa vapor quente para fazer xergão.
Mas o  fedor também faz parte deste processo.
Sei que não farei outro experimento, com lã tosquiada, tão cedo.
Agora tenho apenas que encontrar 
um uso adequado para este tapete!
Alguma sugestão?

Até à próxima postagem!!!


terça-feira, 1 de setembro de 2015

Como fazer uma estufa de madeira para auxiliar na confecção das pantufas feltradas

Na postagem anterior me referi a lenda sobre as colas que podem ser usadas para colar as solas nas pantufas feltradas.
Para as solas você poderá:
. não usar, é uma escolha dependendo o objetivo do uso;
. colar alguns pontas de cola quente para aderência ao chão;
.recortar um molde no couro e costurar; achava esta idéia boa até compreender que havia necessidade de matar o animal para conseguir o couro, desisti;
. recortar um molde de emborrachado e colar;
. comprar uma sola pronta e colar.
     


caixa fechada de madeira
estufa de madeira

Escolhi o primeiro método, sem sola, e, os dois 
últimos, com sola de borracha.
Testei  com as seguintes colas:
. cola branca para papel - resultado negativo.
. cola branca para madeira - resultado negativo
. cola quente - dá um certo trabalho e desconforto mas cola direito e aguenta muito tempo, desde que não ande na rua e nem seja lavado.
. cola para canos hidraúlicos - funciona melhor ainda.
cola de sapateiro - existem dois tipos hoje no comércio: 
uma é aquela antiga e malcheirosa, amarelada, 
e a outra é esbranquiçada, quando abre a lata não tem cheiro, o fedor é menor, MAS EXISTE. 
Tem que trabalhar com a janela aberta ou na rua.
No primeiro dia que usamos, esquecemos de abrir a janela.
 No outro dia tive uma dor de cabeça imensa.
 Sabia que era efeito da cola.
A cola tradicional não requer calor para unir as duas partes:
 sola e pantufa.
Mas esta cola esbranquiçada, chamada de PVC,  para se obter maior desempenho na colagem da sola com a pantufa, 
calor é importante.
Moramos num local frio.
Conversamos sobre a caixa com uma pessoa que entende tudo de sapatos e ele nos orientou a confecciona-la.
Saiu a caixa acima.

lata de cola pvc
cola pvc

Compramos esta cola.
Já a usamos em dois lotes de pantufas.
Realmente cola melhor.

detalhe da estufa: tramela da porta
detalhe da estufa: dobradiça da porta
A madeira usamos o que sobrou da construção da casa.
Acima alguns detalhes da caixa.


caixa com a porta aberta para mostras seu interior
estufa de madeira
Ele fez duas entradas: na frente e em cima.
Esta grade é de uma estante que temos, de aramado.

manta térmica, estilete e grampeador de madeira
manta térmica, grampeador de madeira e estilete


Para a caixa se tornar uma estufa foi utilizado aquele material para equilibrar a temperatura dentro de casa 
que é instalado nos telhados, o isolante ou manta térmico. 
Aqui na serra utilizamos este material com a lâmina prateada e  luminosa dos dois lados.
Ainda é necessário ter um grampeador para madeira e um estilete.



homem terminando a colocação da lamina térmica na estufa de madeira
estufa de madeira forrada com a manta térmica

Hora de recortar a lâmina nos tamanhos necessários, 
cada pedaço da caixa. 
Este é o momento do grampeador de madeira e o estilete.
homem instalando caixa de luz na estufa de madeira
instalação da caixa de luz

Caixa forrada, mas não esta pronta.
É hora da instalação elétrica.
Você vai precisar de duas caixinhas de luz, destas amarelas.

homem instalando a resistência na estufa de madeira forrada
instalação da resistência


Fios elétricos, azul, verde e preto, de 1,5 mm2.
Alicate para corta-los.

chaves de liga e desliga e a chave do controlador de potência instalados na estufa de madeira
chaves  de controle

Vai precisar também de uma chave de liga e desliga e um controlador de potência que foi retirado do controle de velocidade de uma lixadeira pifada.

resistência numa caixa metálica instalada na estufa de madeira
resistência instalada

Na parte inferior da caixa foi instalada a resistência de aquecimento, retirada de um forninho elétrico velho.
Esta caixa metálica é do próprio forninho.
Ela protege o fundo do calor excessivo e reflete o calor para cima.

pantufa feltrada dentro da estufa de madeira pronta
estufa de  madeira

Colocar o aramado a uma certa altura da resistência
 e partir para a primeira experiência.
Estamos compartilhando mais um momento do desenvolvimento de um produto: pantufas feltradas.
Esperamos estar contribuindo para quem já está feltrando pantufas e para quem pensa em iniciar.
Se você tiver alguma dica que possa compartilhar fique a vontade para contar a todos que acompanham este blog.
Qualquer dúvida sobre a construção da caixa é só perguntar.
Estamos usando a caixa também para
 secar os rolos da estamparia vegetal.

Até à próxima postagem!!!








sexta-feira, 17 de julho de 2015

como fazer a sola da pantufa feltrada

Depois de feltrar a pantufa, secar e chegar no ponto de dizer:
 Esta pronta!
 Começa aí uma nova lenda: a sola. 
Primeiro a decidir é se realmente queremos colocar sola. 
Já fiz algumas pantufas que não coloquei sola alguma. 
O objetivo era não impedir a troca de energia 
do corpo e o planeta.

Conjunto de pantufas feltradas com lã cinza e crua
Pantufas feltradas

Neste quesito tem uma alternativa que é 
costurar um couro como sola.
Já me sugeriram algumas gotas de silicone ao longo da sola. Provoca aderência e deixa espaços livres na sola
 para a circulação de energia.
 Ficam aí duas boas idéias.

Rolo de borracha para solas de pantufas feltradas


Moramos num lugar muito frio e queríamos 
o conforto térmico que só a lã de ovelha produz.
Optamos por colocar borracha na sola.
Vieram as perguntas: 
Qual o tipo? 
Onde comprar? 
Como cortar?


Rolo de borracha preta usada como sola e pantufa feltrada
Material para sola e pantufa feltrada

Para responder onde comprar, fizemos um apanhado mental das lojas que vendem espumas, tecidos para sofá, borrachas, plásticos, etc,  que conhecemos na grande Floripa.
Encontramos duas possibilidades.
Para quem mora nesta região, 
encontramos no Busch, centro de Floripa, 
e no Plusch Plásticos em Palhoça.
Nestas lojas respondemos a pergunta qual tipo de sola.
Lá é vendido em placas, duas possibilidades de sola,
e este material é cobrado por quilo.
Tem nas cores preto, mais fino, e branco, mais grosso.
Um lado é liso e no outro tem pequenas saliências que ajudam no travamento da pantufa com o chão na hora de andar,
evitando escorregar.
Não aconselho usar para dirigir.


Pantufa deltrada colorida e sola de borracha preta recortada
Pantufa feltrada e sola


Compramos os dois, mas escolhemos usar o preto, mais fino.
Por que?
Porque o branco, como é mais grosso, precisa de equipamentos para cortar que ainda não possuímos.
Estamos na pesquisa.


Sola de borracha preta para ser usada como sola de pantufa feltrada e sandalia havaiana como molde
Sola pantufa feltrada


Como cortar?
Se estiver usando forma convencional, de madeira ou de plástico, use-o para riscar o contorno da sola.
Se estiver usando a sandália havaiana,
faça o risco do contorno com ela.
Depois é só cortar com a tesoura, e está pronta a sola.



Pantufa feltrada e bordada, com sola preta de borracha.
Pantufa feltrada com sola preta de borracha

Como colar a sola na pantufa?
Vivemos nesta pergunta outra lenda urbana.
Mas, antes da lenda se formar, como só tínhamos cola quente em casa, foi esta que usamos.
Colei a sola da minha pantufa com cola quente, 
há dois meses atrás.
Uso-a todos os dias, 
em todos os momentos que passo dentro de casa. 
Está intacta até agora. 
Estou preparando uma postagem sobre colas.

ATÉ A PRÓXIMA POSTAGEM!


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Jornal do Dia - stencil


Hoje vou brincar com stencil.
Para quem não tem um há mão, sem problemas.
Basta ter uma folha de jornal, de revista ou uma folha A4.


Dobre uma folha A4, simples, ao meio.


Dobre outra vez ao meio.


Dobre outra vez ao meio e faça recortes.


Aproveitei e já fiz dois tipos de recortes.


Coloque em cima de uma folha A4 previamente
 preparada com gesso.


Escolhi verde e azul das tintas de tecido e um tipo de carimbo.


Quando retirei o recorte ficou assim.
Deixei secar.


Colori com lápis aquarela.


Passei pincel molhado e esperei secar.


No fundo colori com lápis cera.


Primeiro amarelo, 
depois marrom por cima do amarelo, e, 
ocre por cima do marrom.
Considerei pronto!


Enquanto esperava um para secar, iniciei o segundo desenho.


Para este escolhi as cores laranja e verde e outro carimbo. 
Procurei, em ambos, preencher bem os espaços recortados.


Misturei as duas cores para dar efeitos..


Tirando o recorte ficou assim.
Deixei secar.



Pintei com lápis aquarela nos desenhos formados.




Após passei o pincel molhado.


Ao redor de cada desenho colori outra vez com lápis aquarela.


Passei o pincel com água.


De imediato já colori o fundo com verde  e 
passei o pincel com água.


Ficou deste jeitinho.